Estamos
no século XXI, vivendo, ainda,
em um mundo machista, mas a mulher
já ocupa o seu lugar em igualdade
com os homens.
Foram muitos anos de luta, perseverança
e sofrimento, para conseguir que seus
direitos fossem reconhecidos.
Na época em que suas palavras
eram ignoradas, sempre vivendo em
segundo plano, a mulher tornou-se
destemida, afrontando a família
e a sociedade, partindo em busca de
suas realizações e seus
ideais.
As mudanças foram acontecendo
gradativamente, uma vez que, quando
casada, era, praticamente, escrava
do marido e, solteira, jamais poderia
desobedecer ao seu pai, sob pena de
ser internada em um convento, até
o dia que sairia para o casamento,
quando iria conhecer seu futuro marido.
A mulher agora tem vida própria,
é competitiva, empreendedora,
participa de qualquer setor relacionado
a emprego e cumpre com competência,
as funções que a ela
são destinadas.
Batalha para conquistar sua felicidade,
sem interferências.
Muitas vezes fazendo papel de pai
e mãe, trabalhando para poder
sustentar seus filhos, com dignidade.
A mulher é uma vitoriosa, porém
se destaca, ainda mais, porque só
ele tem certos dons que são
vedados ao homem:
Gerar uma nova vida em seu ventre
é um privilégio que
Deus concedeu, apenas, à mulher,
o sexto sentido aguçado e,
suportar a dor com mais resistência.
Valeu a pena toda essa conquista?
Com certeza...!
No entanto, com toda essa evolução,
o homem deixou de tomar certas atitudes,
por acreditar que a mulher, por sua
independência, já não
mais necessita alguns gestos, que
continuam sendo importantes para ela.
Qual a mulher que não gosta
de receber flores, ainda que não
seja uma data especial?
Qual a mulher que não se sente
prestigiada, quando seu companheiro
abre a porta do carro para que ela
entre, quando estão juntos,
para irem a qualquer lugar?
A fragilidade que tanto apregoam nas
mulheres, não está no
físico, mas na sensibilidade.
Apesar de ter havido perdas, ela continua,
sem esmorecer, a trilhar o novo caminho,que
escolheu, como a grande guerreira
que é...!