Na febre deste amor tão louco
Que entorpece meus sentidos e a razão
Sou como um barco rumando pouco a pouco
Em direção ao porto solidão

Quero fechar os olhos e renascer
Voltar à vida e de novo acreditar
Que a felicidade existe... É só eu querer
Deixar meu coração aberto para outro amor entrar

E na magia desse encantamento
Dois corpos se unirão serenamente
Na doce chama do novo amor ardente

A febre cessará neste momento
Só a felicidade ficará presente
Substituta da dor que está silente

Rio de Janeiro, 10 de agosto de 2007.
Vanda Dias da Cruz


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