Sabiá
Em
minha casinha simples
no interior
Onde as plantas virgens
ainda existem
Sem que as mãos
do homem, predador
Possam machucá-las...
assim elas resistem
Deitada
na rede, apreciando a
natureza
Fico a observar os pássaros
nativos
E uma grande laranjeira
bela e frondosa
Em seus galhos abrigam
vários ninhos
Ao
amanhecer acordo com a
algazarra
Do sabiá que voa
livre e canta sua melodia
Da minha janela vejo sua
cor bizzara
Que me encanta me alegra
e adoça o meu dia
O
sabiá majestoso
quando quieto em seu ninho
É reverenciado
com o esvoaçar
dos pássaros
Que fazem uma sinfonia
trazendo o brilho
Para a minha vida com
seus cantos raros
Vanda Dias da Cruz
Este
poema participou da Ciranda
e,
está hospedado
No link abaixo sob o nº
57
Ciranda
Sabiá
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